sexta-feira, 15 de abril de 2011

Como eu sei que preciso de um coach?

Nós, os humanos, viemos ao mundo com a capacidade de nos adaptarmos aos contextos em que nos inserimos. Esses contextos são o da família nuclear (pai mãe, irmãos); o da família ampliada (avós, tios, primos), da comunidade (escolar, laboral, social) da sociedade (cultural, política, econômica).
Essa adaptação estende-se também aos aspectos afetivos-emocionais de nossa existência. Toda vez que alguma circunstância nos incomoda, entristece,  enraivece ou causa-nos ansiedade esse mecanismo entra em ação para que possamos encontrar nosso equilíbrio. Ao longo do nosso desenvolvimento esse mecanismo também se desenvolve gerando os recursos de enfrentamento, que são os esquemas de ação que ficam de prontidão para serem acionados quando do advento de alguma situação problemática.
No século XXI vivemos mudanças profundas geradas pela globalização da economia, maior fluxo de informações proporcionadas pelos avanços tecnológicos na área das comunicações, desenvolvimento de novas tecnologias organizacionais gerando uma verdadeira revolução no mundo do trabalho. Nesse mundo caótico a única coisa certa é a mudança, mudanças  essas que ocorrem em tal velocidade que mal acabamos de gerar um recurso de enfrentamento ele já se tornou obsoleto.
Em vista do exposto, submeter-nos a um processo de coaching nos parece fundamental para termos apoio, alguém que nos ancore na turbulência que se tornou o clima do cotidiano.
O coach vai trabalhar junto ao coachee de maneira atenciosa e calorosa no sentido de compreender e aceitar  os problemas apresentados, auxiliando-o a extrair potencialidades que ele ainda não havia lançado mão. O que implica em ajudá-lo a reconhecer suas crenças limitadoras substituindo-as por crenças fortalecedoras, levando-o a atuar de forma mais eficaz na conquista de suas metas. Para que o processo seja eficiente e eficaz tanto coach quanto coachee necessitam de alguns pré-requisitos.
Quanto ao coach, embora exerça uma profissão ainda não regulamentada oficialmente,  há agências internacionais que avaliam as credenciais do profissional e certificam a qualidade de seu preparo. Além  disso é bom examinar seu currículo, qual sua escolarização formal, cursos de formação específicos, certificações internacionais, participação em congressos, experiência etc.
Quanto ao coachee, tem que estar disposto a mudanças, sejam  elas de ordem generativas, formativas ou evolutivas. Precisa ter consciência de que o processo depende fundamentalmente de ele indicar ao coach para onde quer ir e de executar as ações necessárias que o levem do estado atual para o estado desejado.
Yara Prates
Coach

quinta-feira, 14 de abril de 2011

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Dr. Richard Moss

     

     Próximas turmas 25/04/2011


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Ocupar-se ou preocupar-se?

Quem não tem uma preocupação? Talvez estejas pensando, eu tenho mais de uma. Porém, o que é isso de preocupar-se? Há algum problema?
Amiúde, as pessoas compartilham suas preocupações e eu como todos tenho as minhas. O problema não é ter preocupações,  isto parece algo muito natural, nos preocupa nosso futuro, em minha opinião o problema aparece quando nós ficamos enganchados nas preocupações  e vivemos nelas. Para mim este fenomeno deriva da relação entre nossa mente e o tempo, resulta que nossa mente não está muito habituada a viver no presente, se obervas teus pensamentos verás que dedicas uma grande parte deles a repassar o pasado e projetar o futuro. Para compreender o que é preocupar-se eu gosto de decompor a palavra: pre-ocupar-se Ocupar-se de algo antes que aconteça, antes que me caiba fazê-lo. Continuamente estamos fazendo hipoteses sobre o que faremos e o que não faremos se acontece ou não acontece alguma coisa. Dedicamos tempo e energia a ocupar-nos das coisas antes de que aconteçam, o problema é que boa parte desse tempo e essa energia são gastas em vão. O problema piora se a pessoa permanece na preocupação porque são nossas ações que determinam nossos resultados, é por isso que considero que  a solução é ocupar-se. Portanto, que posso fazer frente a preocupação? Pergunte-se que posso fazer para que aconteça o que eu quero? Esta pergunta conduz a ocupar-se no lugar de preocupar-se.
Texto original: Javi Ursua Bayona
Tradução: Yara Prates