quarta-feira, 11 de julho de 2012

parte 03/04

Coragem! Toda empresa acerta e erra; aprenda a gerenciar sucessos e fracassos


O feijão e a panela de pressãoNa internet existem centenas de receitas para conseguir um feijão saboroso, que o empreendedor pode ler como um plano de negócios. É possível cozinhar o feijão numa panela simples. Ou acelerar seu cozimento, com a mesma consistência e sabor final, numa panela de pressão.Se você está abrindo uma empresa hoje, tente optar sempre que possível pela analogia da panela de pressão. Porque para acumular pequenas vitórias todos os dias basta que você entregue o seu feijão bem cozido e temperado minutos antes da concorrência.Mas para criar um ambiente em que as pessoas se sintam comprometidas a entregar resultados de qualidade antes da concorrência você tem que se jogar com tudo na fervura e ser o primeiro a acionar a tampa da panela de pressão.Toda a sua cadeia produtiva, dentro e fora da empresa, o transformará, você queira ou não, nos seus “pacemakers”, que são aqueles corredores que ajudam na largada das maratonas para aumentar o rendimento dos demais atletas.Mas não se empolgue demais com a analogia da panela de pressão porque tensionar os ambientes empresariais exige sabedoria. Pois cada vez mais ficam para trás as palavras de ordem, os gritos histéricos e a pressão por metas. Que podem se transformar, com razão, em processos de assédio moral.Mas é possível ao se assumir como o “pacemaker” de seu empreendimento que você contagie os demais, em todos os escalões e em toda a rede produtiva, com sua entrega incondicional ao negócio.Seja para buscar maneiras de implementar novas ideias ou para interromper apostas que não se pagam mais e que precisam de alguém como você para deixar claro que é hora de mudar de rumo.



fonte: Marco Roza, jornalista e estrategista de novos negócios, in http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/colunistas/2012/05/30/coragem-toda-empresa-acerta-e-erra-aprenda-a-gerenciar-sucessos-e-fracassos.jhtm

quarta-feira, 13 de junho de 2012

parte 02/04


A NeoEmpresa

Para trás você deixará as ordens burras que emergem de ideias defasadas. E ainda terá a compensação de estar no centro das decisões e os altos e baixos do empreendimento, mesmo no início, se tornarão o mapa do tesouro da acumulação de alguns bens, por certo. Mas principalmente terá a oportunidade de imprimir seu estilo e princípios aos negócios que liderar.

Ao se tornar um empreendedor de verdade a primeira ficha que cai é que não existem sucessos ou fracassos permanentes. E que numa hipótese ou outra, de se dar bem ou mal, é uma questão de acumular pequenas vitórias (ou pequenos fracassos) todos os dias.

Quando se jogar de cabeça no empreendimento ao qual agregará sua alma e DNA você será o construtor da NeoEmpresa, anunciada por Cesar Souza no livro “A NeoEmpresa”, da EditoraIntegrare Business, que nos diz: “Os princípios e as ferramentas de gestão do management contemporâneo foram criados para um ambiente corporativo que ficou no passado”.

O NeoEmpreendedor tem agora, diz Cesar Souza, que equacionar novos tipos de clientes e as novas aspirações e valores agregados à empresa pelas pessoas que nela trabalham.
Sem deixar de fora de suas preocupações estratégicas as interferências cada vez mais diretas dos acionistas, parceiros, distribuidores, comunidades, formadores de opinião e órgãos regulatórios.

Se está pensando em desistir de ser empreendedor e apelar para o holerite eterno enquanto dure, imagina a empresa tradicional que terá que disputar mercado nesse NeoAmbiente. É pouco provável que sobreviva e que possa garantir seu emprego por muito tempo.

De volta ao seu empreendimento e ao nosso primeiro parágrafo, há que se levar em consideração algumas atitudes necessárias para sustentar a sua coragem inicial de ter se jogado neste maravilhoso mundo novo, em que seu talento pode e será usado a seu favor.

fonte: Marco Roza, jornalista e estrategista de novos negócios, in http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/colunistas/2012/05/30/coragem-toda-empresa-acerta-e-erra-aprenda-a-gerenciar-sucessos-e-fracassos.jhtm 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

parte 01/04


Coragem! Toda empresa acerta e erra;
aprenda a gerenciar sucessos e fracassos

Empreender é ter coragem de jogar toda a sua vida e suas economias num projeto que acredite com tal intensidade que venha a descobrir ao longo de sua trajetória, muito antes do que imaginava, o quanto perdeu de tempo e dinheiro ao deixar que seu talento fosse aproveitado para gerar valor para terceiros.

Todos nós somos profissionalmente talhados para empreender.

Cada vez mais somos multifuncionais e agregamos valor todos os dias a cada decisão que tomamos. Para no fim do mês, recebermos um holerite fixo, muitas vezes já corroído pela inflação, alguns tapinhas nas costas e acompanharmos, à distância, os altos escalões da organização contabilizar os ganhos que ajudamos a gerar.

Empreender por conta própria exige muito mais do que o capital inicial. Exige coragem para se jogar num mundo no qual temos que nos antecipar às tendências e nos preparar para ajustar às expectativas do nosso nicho de mercado. Daí o medo e a insegurança, que nos fazem acomodar e sonhar com um emprego vitalício.

É possível tentar trabalhar ao longo de 35 anos numa mesma empresa e ser mais ou menos realizado pessoal e profissionalmente. A energia que você terá que usar para gerenciar as políticas internas, superar as pequenas maldades e as incorporações que a empresa fará ou se submeterá será imensa.

Todo esforço pode, de repente, ser em vão, pois você pode ser informado que se tornou redundante; a empresa pode falir ou o estresse continuado comprometer cronicamente seu coração e o invalidar para a função definitivamente.

O que o leva para nosso primeiro parágrafo e o fará se jogar com todo seu talento e ousadia no novo empreendimento com a esperança de conseguir, depois de algumas décadas, colher frutos que garantirão sua velhice e ainda sobrar alguma coisinha para deixar de herança.

Qual caminho seguir? O de empreendedor, é claro.

 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O trabalho da criança


O trabalho da criança

Em seu livro A Criança,   Maria Montessori afirmava  que o trabalho da criança é construir o homem que ela virá a ser.  E eu fiquei me perguntando qual será o trabalho do homem? Construir o velho que um dia ele virá a ser?

A resposta encontrei em Hermann Hesse: "A vida de cada homem é encontrar um caminho até si mesmo...” Se essa é sua tarefa, seu viver não lhe é dado, ele tem que fazer o caminho com seu caminhar, como nos adverte Antonio Machado.

A diferença entre a criança e o homem não reside na diversidade de suas tarefas, ela pode ser encontrada no fato de que a criança se entrega de corpo e alma à sua missão. O homem, no entanto, evita olhar para dentro, seus olhos buscam tudo que está fora à sua volta, mesmo que seja para resolver seus próprios anseios. Vive se enganando quando sonha com @ companheir@ que lhe trará toda a felicidade do mundo; ou procurando um médico, indicado por alguém, que tem uma fórmula para parar de fumar ou de beber.

Da mesma forma, a aprovação e o reconhecimento por seus atos são buscados no exterior; os aplausos por um bom trabalho, um olhar de aprovação de nossos pares quando estamos bem vestidos, admiração quando surgimos dirigindo o carro do ano. Sempre pedimos a opinião de outros quando queremos comprar um livro, assistir a um filme no cinema e, até mesmo, escolher a escola para nossos filhos.

Claro está que a opinião de uma pessoa mais experiente pode nos ajudar a fazer nossas escolhas mais acertadamente, porém, ficarmos reféns do externo quando há tanto acumulado no interno, a mim parece um completo non-sense.

Depois de passar por um processo de coaching, conquistamos principalmente a capacidade de olhar para dentro de nós mesmos para encontrar nos níveis mais profundos de nossa consciência e de nosso ser a grande sabedoria natural que ali está armazenada e adormecida mas que pode prover  a energia essencial  para nossas transformações, mudanças significativas e sustentáveis.



segunda-feira, 30 de abril de 2012

Perguntas são mais poderosas que respostas



Vivemos a buscar respostas  sem perceber  uma grande verdade:  perguntas são mais poderosas que respostas. Enquanto as perguntas nos tiram da zona de conforto, as respostas nos acalmam, apaziguam nosso desconcerto ante o desconhecido, nos fazem crescer, desenvolvem a nossa mente e nos tornam mais fortes para enfrentar o dia-a-dia e conquistar nossas metas.

Um bom coach se utiliza de variadas ferramentas para apoiar seu coachee no caminho que o leva do estado atual ao estado desejado. A maestria de um master coach se traduz na capacidade de formular perguntas que levem seu coachee, a tomar contato com os talentos que tem dentro de si. E, mais que tomar consciência, torná-los funcionais, alavancando o desenvolvimento do coachee.

O ato de perguntar surgiu com o advento da razão no homem.

Nos primórdios de sua existência, o homem encontrou-se diante de um meio desconhecido e assustador. Suas percepções fizeram-no constatar que havia uma multiplicidade de objetos e, se isso não bastasse, ainda havia as transformações  sofridas por esses objetos. O homem experimenta, então, sentimentos variados ante esses eventos, levando-o ao estado de uma profunda desorganização. Tentando  aplacar-se busca explicações para esses eventos que tornam o mundo um lugar perigoso e cria, assim,  os mitos.

Durante muito tempo a explicação mítica serviu-lhe de amparo: homens, deuses e natureza constituíam um todo. Porém, quando os grupos humanos começaram a ter um contato mais intenso e tomaram conhecimento de que cada grupo tinha sua própria maneira de explicar um fato ou evento da natureza, e, ademais, estas explicações podendo ser totalmente antagônicas, apareceu novamente o desconcerto, gerando novamente o desejo de explicar.

Esse ciclo de desconcerto, busca de respostas e apaziguamento é o que conhecemos hoje como processo de aprendizagem.

Como dissemos a maestria de um master coach está em sua habilidade de formular a pergunta certa na hora certa, levando o seu coachee a um proceso de descobertas e crescimento. Para comprovar quão poderosas são as perguntas eu te convido a experimentar o poder que elas têm. Pergunte-se: O que eu quero? Para que eu quero? Como posso conseguir isso? Por onde começo? Que faço depois? E depois? E depois? ….

  






quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Publicado em mais de 350 sites

"Adolescentes buscam coaching
para decidir sobre qual profissão seguir"  

A orientação profissional está ficando no passado. O que os adolescentes buscam hoje, na hora de decidir sobre qual profissão seguir, é um coaching.
“Para alguns, a escolha da carreira é uma carga enorme. Nesses casos, o coaching ajuda, pois faz o jovem refletir, descobrir suas características e potencialidades”, afirma o presidente da Slac (Sociedade Latino Americana de Coaching), Sulivan França.
Segundo ele, o coaching está sendo cada vez mais utilizado por adolescentes. O chamado "coaching de carreira" pode ajudar os indecisos recém-saídos da escola a escolher a profissão.
Porém, a orientação não faz a tarefa desses jovens, que é escolher efetivamente o que querem estudar. “A decisão cabe exclusivamente a ele. Através de diversas técnicas e questionamentos, o coaching faz a pessoa buscar as respostas dentro de si”, reflete França.
De acordo com ele, após o adolescente escolher a carreira, o coach passará a trabalhar com ele as próximas metas. “O estudante terá de elaborar um plano de estudos e até mesmo programar os períodos de lazer, tudo isso focando o sucesso no vestibular”, finaliza.

Seja um coach de carreira!!
O mercado está carente de profissionais

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Medos, temores e ansiedade

Alvaro Cabral e Eva Nick, no dicionário de psicologia definem

Medo como “estado geral de agitação inspirado pela presença real ou pressentida de um perigo concreto”, e

Ansiedade  como estado emocional desagradável e apreensivo, suscitado pela suspeita ou previsão de um perigo para a integridade da pessoa. No caso de perigos reais, dá-se a ansiedade realista. Quando os perigos são desconhecidos (sem acesso à consciência) estamos diante da ansiedade neurótica.

O conceito de temor fomos buscar em Michaellis: receio bem fundado de um mal que pode sobrevir no futuro.

O medo, então,  é a perturbação manifesta corporalmente, enquanto que o temor é o conhecimento de um mal, e a ansiedade é a perturbação emocional.

Experimentamos medos, temores e ansiedades durante toda nossa vida. Sentir, reconhecer e lidar com esses eventos ajudam-nos a fazer frente a situações ao largo de nossa existência.